Futsal: Quo Vadis
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Futsal: Quo Vadis
O Futsal, variante do futebol de onze, percorreu mais de uma década após a sua integração no seio da F.P.F.. Não há nenhuma modalidade de pavilhão com tantos praticantes inscritos. Inicialmente a variante desafiava Bolt, tamanha a velocidade que perpetrava para atingir um patamar de profissionalismo, tantas vezes, precocemente, reclamado. Logrou, na base, estender os braços para o desporto escolar, factor primordial para o seu desenvolvimento.
Os números de praticantes e adeptos estabilizaram, mas a organização e o seu enquadramento não evoluem. Marcadas as conquistas, ainda que tímidas, da televisão, uma larga franja da comunicação social escrita e falada aguardam o namoro. A "distribuição" dos dividendos dos direitos televisivos suspira pela socialização. A conquista da sponsorização está em "lume brando". O investimento por parte dos clubes não acelera, sem prejuízo da recessão global. O passo entre o amador, falso amador e profissional teima em não concretizar-se.
Se a Liga profissional é uma miragem, a profissionalização da estrutura do futsal, capaz de libertar competências para o passo qualitativo e quantitativo começa a fazer sentido. "Em geral os internacionais de futebol de 11 sabem muito de futsal, perguntam sobre tácticas, os nossos rivais...sentimos o seu carinho. Além de Raul, outros como Canizares, Xavi ou Luque também nos visitaram. Inclusivamente Tristan pede sempre informações sobre Paulo Roberto." Assim falava Javier Lozano, em Madrid no longínquo ano de 2004. Por cá, Orlando Duarte, sem um centro de treino capaz de rivalizar com o espanhol, encabeça os que almejam não só a proximidade mas a ultrapassagem, cientes que a envolvência não é a desejada e merecida. Dificílima mas não impossível.
Reconhecida a importância do futsal, que será decisiva na irreversível iniciação desportiva coincidente com a iniciação escolar, impõe-se a todos os agentes um exame de introspecção pró activa.
Agora sim, decorrido este período de tempo, uma vez alcançadas pequenas batalhas, mas significativas para o balanço final da guerra, é tempo para questionar, redefinir objectivos, meios e caminhos para subir o degrau, em particular numa "nova" ordem estrutural e organizacional, que não excluirá os agrupamentos de clubes, árbitros, jogadores e técnicos, específicos da variante, nem tão pouco o assento directo na Assembleia Geral da F.P.F. "Parar é morrer", e ficar onde está.....sabe a pouco...
Os números de praticantes e adeptos estabilizaram, mas a organização e o seu enquadramento não evoluem. Marcadas as conquistas, ainda que tímidas, da televisão, uma larga franja da comunicação social escrita e falada aguardam o namoro. A "distribuição" dos dividendos dos direitos televisivos suspira pela socialização. A conquista da sponsorização está em "lume brando". O investimento por parte dos clubes não acelera, sem prejuízo da recessão global. O passo entre o amador, falso amador e profissional teima em não concretizar-se.
Se a Liga profissional é uma miragem, a profissionalização da estrutura do futsal, capaz de libertar competências para o passo qualitativo e quantitativo começa a fazer sentido. "Em geral os internacionais de futebol de 11 sabem muito de futsal, perguntam sobre tácticas, os nossos rivais...sentimos o seu carinho. Além de Raul, outros como Canizares, Xavi ou Luque também nos visitaram. Inclusivamente Tristan pede sempre informações sobre Paulo Roberto." Assim falava Javier Lozano, em Madrid no longínquo ano de 2004. Por cá, Orlando Duarte, sem um centro de treino capaz de rivalizar com o espanhol, encabeça os que almejam não só a proximidade mas a ultrapassagem, cientes que a envolvência não é a desejada e merecida. Dificílima mas não impossível.
Reconhecida a importância do futsal, que será decisiva na irreversível iniciação desportiva coincidente com a iniciação escolar, impõe-se a todos os agentes um exame de introspecção pró activa.
Agora sim, decorrido este período de tempo, uma vez alcançadas pequenas batalhas, mas significativas para o balanço final da guerra, é tempo para questionar, redefinir objectivos, meios e caminhos para subir o degrau, em particular numa "nova" ordem estrutural e organizacional, que não excluirá os agrupamentos de clubes, árbitros, jogadores e técnicos, específicos da variante, nem tão pouco o assento directo na Assembleia Geral da F.P.F. "Parar é morrer", e ficar onde está.....sabe a pouco...
Marco Azevedo- Vip

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